Aqueles incapazes de prosperar por meio dos próprios esforços, rendidos à preguiça, à rebeldia infame e à inveja, fazem-se de vítimas, se mobilizam e travam guerras contra os homens e mulheres que, sozinhos, ergueram suas fortalezas. Certo e errado? Aqui se tornam irrelevantes. É tudo questão de ação e reação, porque aqueles que plantam, colhem. Simples assim.
Estudar o comportamento desonrado da maioria do ser humano comprova meu pensamento: teoria e prática são irmãs gêmeas que não se suportam. E a conveniência é mãe dos argumentos infundados.
A partir do momento em que um indivíduo contradiz seu discurso por meio de seus atos — isto é, prega ‘amor’ e ‘igualdade’, mas só trabalha pra trazer à sociedade bagunça e libertinagem —, perde sua razão.
• IGUALDADE. Porém, apenas enquanto me favorecer e for conveniente aos meus caprichos. Quando a igualdade passar a ser direito de todos — e beneficiar realidades e ideologias diferentes das minhas —, não me interessa mais. Quero estar em evidência, sem considerar manter a decência. Sou a ‘última bolacha desse pacote edição limitada’.
• AMOR. Mas somente se eu for cobiçado, venerado e, claro, ostentado depois. E, quando chegar minha vez de amar? Ah, não estou a fim. Se trata do que o mundo é obrigado a fazer por mim e nunca do que posso fazer pelo mundo. O que é amor? Acho que é manter um bom engajamento com meu público nas redes sociais...
O enredo sempre foi esse na história desse mundo. Pobre Faraó Ramsés II, por exemplo, que abrigou e empregou diversos hebreus mal-agradecidos na Antiguidade — e, ainda assim, foi rotulado como tirano apenas por ter lhes proporcionado a chance de prover o próprio sustento com as próprias mãos.
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Dan M. DellaMorta
🕵🏻♂️ Jornalista
• Filosofando sobre ciências ocultas, fatos sobrenaturais e esquisitices •

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