Inspirado pelo infortúnio ocorrido com o ator Jason David Frank, o Tommy Oliver do Mighty Morphin Power Rangers, trago uma Conversa Honesta sobre o tema Saúde Mental / Espiritual. Você não tem notado os sinais que o Cosmos tem dado de que tá tudo errado e precisamos URGENTEMENTE de mudanças?
Imponha-se sem medo! Pois o verdadeiro só faz acontecer apontando o dedo.
Amigo, você não é escravo de ilusão. Você existe tendo raízes sólidas fincadas no chão.
Sua verdade existe acobertada pelos mais graduados Mestres Cósmicos.
Entenda que, ao avaliar a sentença alheia, não apenas sua mente compreende a gravidade dos casos, como também seu espírito chora ao sentir as dores do próximo.
O efeito clássico da empatia refinada.
Peço, encarecidamente, que dê mais votos de confiança ao seu poder de ver. Creia, pois o todo resto crê em ti; pois todos os inimigos se resguardam quando você chega.
Amizades e amores pra você e os seus são consequências da responsabilidade intergaláctica vos delegada. Nada disso vem por mero acaso... Nada disso é somente regalo... Nada disso é o "bom demais pra ser real.".
Família espiritual é igual a grupo de operações especiais.
Agosto é o mês terráqueo dos grandes propósitos trazidos ao mundo.
– "Central pra Detetive DellaMorta. Na escuta?! Central pa...".
– DellaMorta na escuta.
– "Suspeito de roubo e assassinato percorrendo a quinta com a St. Peter em um Landau Azul. Placa CEN 666. Copiou?".
– Copiado. A caminho, central.
O Detetive Frank DellaMorta aperta o cinto de segurança em seu Impala 69 Vermelho, ajeita o retrovisor pra enxergar onde tá o mendigo bêbado enquanto sai da vaga onde estacionou o carro e põe os óculos de sol no rosto.
– "Vai, Jimmy, c*ralho!" – Ele saúda sorrindo o Voodoo do Hendrix tocando no rádio... E pau na máquina!
Cigarro tirado de trás da orelha aceso num instante. O ronco assombroso do motor anuncia a perseguição do assassino. Mais um dia comum pro “Abutre de Venice Beach” – Codinome do Frank dado pelos seus colegas.
Cruzando a quinta com a St. Peter as sirenes das viaturas começam a soar e o fugitivo é identificado.
DellaMorta prepara sua Pistola Calibre 38 de Ouro (Relíquia deixada por seu avô Magnus) e, enquanto pilota o Impala, busca fixar a mira do revolver nos pneus do Landau Azul.
O Pôr do Sol parece forrar o asfalto com um tapete alaranjado.
– "Bam! Bam!... BAM!" – O último disparo é certeiro e tira o assassino da pista. O Landau bate num hidrante em frente e Peixaria Mar de Cesar e uma lambança logo toma conta do momento.
O Detetive sai do seu veículo segurando sua arma e manda o assassino descer devagar do Landau destroçado.
- Sai da p*rra do carro, com as mãos atrás da cabeça... Sem gracinhas!
Puts!!! Mas quem poderia imaginar, quem iria sequer supor, que aquele assassino em fuga também foi um dos capangas presentes na Chacina Vitória, a qual ceifou a vida do Capitão Magnus DellaMorta, avô do Frank, há 15 anos?
Uma perseguição rotineira leva o Abutre de Venice Beach a confrontar seu passado outra vez...
Frank sabe que, a partir daí, nada será igual a antes, porque cavoucar esse buraco irá desenterrar segredos perigosos de muitos poderosos.
Mas é o único jeito de fazer justiça pela morte do seu avô.
O Detetive continuará a servir a lei e honrar seu juramento, ou vingará a m0rte da pessoa que ele mais amou na vida?
Duendes. Criaturinhas lindas e meigas, certo? Bom, uma parte delas com certeza transborda educação do mais alto nível Cósmico. Mas nem tudo o que parece ser bondoso de fato é.
Nesse dia tão sapeca falarei sobre uma raça de Duendes que minha família – Os DellaMorta – chama de “Mal’Dittini”, uma variação do termo em italiano “Piccoli Maledetti”, que em português significa “Malditos Pequeninos”, ou como digo “Filhos da P*ta do Car*lho”.
Os Duendes são uma espécie de Seres Sobrenaturais originários da Magia Primordial dos Elementos, ou das suas ramificações. Como a natureza também tem seu lado trevoso, há os Duendes criados a partir dos atributos malignos do poço. Aí entram os Mal’Dittini.
Nonna Bianca costumava contar uma lenda que nos arrepiava até os pelos da bunda:
– “Bambini miei, se não houver Lua no céu escuro da noite, jamais assoviem três vezes seguidas, porque um Mal’Dittini aparecerá no quarto, enquanto vocês dormem, e colocará uma barata nas suas bocas e costurará seus lábios. Sabe por que esses sem vergonhas o fazem? Porque a barata é a forma obscura dos feitiços de um antigo Bruxo do mal e esses Duendes são seus servos. Elas – Baratas – colocarão ovos nos seus estômagos e o ‘Nefasto’ irá corroê-los de dentro pra fora.”.
Velha louca! Nos fazia cagar nas calças. E quem ousaria assoviar depois dessa história? Mas sempre a perdoávamos após os pães maravilhosos que ela fazia.
Tem também outra lenda diferente, porém relacionada. Li no diário do ancestral Luigi DellaMorta, datado do século XIX, que as crianças nascidas entre 23 de Julho e 31 de Agosto, durante Lua Minguante ou Nova, em anos ímpares, vieram de uma das 13 Falanges da Magia Negra.
Elas são caçadas pelo Nefasto e seus servos – Os Mal’Dittini – e algumas são levadas às profundezas do submundo. Assim o Bruxão das trevas construiria um exército capaz de assolar a humanidade e libertar do poço os Deuses Caídos, incluindo o Deus Vampiro: Nya Topec.
Por isso, quando ofereço vinho e mel aos Seres da Floresta e aos Elementais, deixo claro que nenhum “Maldito” é bem-vindo ao banquete. Seleciono a dedo meus convidados, pois sei que, junto deles há penetras portadores de pragas.
O barulho do trovão, abafado pelas janelas fechadas, embalou a pergunta que me foi feita:
– Como tem passado, cabra? – Tá aí uma questão delicada.
Capitão Zé Alício, amigo de longa data, me visitara nessa noite no apê litorâneo que aluguei há uns dias pra escapar do caos humano e queria saber sobre mim.
Impossível não expor o óbvio, ainda mais prum irmão.
Cutucar a ferida é tenso, mas creio que é a única forma de forçar a cicatrização. Vai saber se essa conversa é um antisséptico espiritual...
– Cap., to aqui e agora – Comecei respondendo, mesmo sem saber direito o rumo da prosa – Lutando pra sobreviver. Tá foda. Todo dia é um desencontro novo... Todo dia é a velha ladainha de buscar e nunca encontrar e nem ser encontrado. E as armadilhas então, rapaz?!
Sentado numa cadeira e debruçado na mesa, com seus anéis de prata refletindo a luz lá de fora da iluminação pública, Cap. acendeu seu cigarro, tragou, segurou a fumaça e em seguida expirou observando a chuva caindo na rua.
– Bichinho, pra que carregar essa bigorna no peito? – Indaga Cap. com seu sotaque cearense – Pra variar você parou pra notar ao lado de quem tem andado? Os tipos de enredo trazidos? Já te disse que quando sentir a cabeça desnorteada é por conta daquilo assimilado do “vizinho”. Nada foge do que tu já conhece.
Cap. sempre correto.
Ele é verdadeiro e clareia as ideias até da mente mais envolvida pelas sombras.
A solução desses problemas até parece evidente, porém só parece. Qualquer palavra dita em momento de crise é bálsamo. Ainda mais se vinda daqueles que compreendem na íntegra o dilema... E sem julgamentos.
Após escutar meu amigo puxei a cadeira estofada da mesa e sentei ali de frente pra ele. Peguei um cigarro e servi café quente e amargo pra nós:
– Cap., você tem razão. Eu complico muito as cois...
– Nada, homi! – Me cortou – São apenas ossos do ofício... Nem se envergonhe. Somente seja mais forte do que os demônios. Mostre o poder da chefia! Foco nas alturas, lembra? Só assim não vai desperdiçar o melhor de ti.
– Cap.? – Aproveitei a deixa pra perguntar – Acha que to ficando doido? É inaceitável que meus sonhos, as vozes e os olhares sejam frutos da imaginação. São fortes demais pra isso. Sei o que vejo. Você sabe do fundamento.
Levantei da cadeira e parei de frente à janela molhada e fiquei olhando os balanços do parque sendo movidos pelo vento:
– Sinto presenças na redondeza. Claro, ninguém se revela. Entretanto, se essas pessoas podem ser identificadas nesse grau de Magia Cósmica, é porque são como nós. Enfim, a sensação de tentar agarrar o vento é desesperadora... Sei que estão perto, porém onde?!
– Hahaha! – Cap. riu alto – Quantas vezes seu coração errou, homi? Paciência! O medo distorce sua visão. O que tu vê tu vê!
Uma mistura de entusiasmo e “esperança renovada” me fez chorar.
Tanta coisa azucrinando a mente e, do nada, um amigo alivia meu stress e restaura minha fé através de uma conversa honesta e fraternal.
Ao invés dos trovões, agora a música “Darkness Darkness”, do Robert Plant, compunha a trilha sonora. A seleção aleatória do celular foi oportuna pra caralho.
Fechei os olhos.
Respirei fundo.
Traguei a música como se tragasse o cigarro e a segurei dentro de mim.
Caralho, mew...
A vida nunca esteve tão real.
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Texto, desenho e foto por Dan DellaMorta
Vídeo Robert Plant - Darkness Darkness extraído do Youtube.
Stranger Things chegou ao seu fim! E essa série foi e continuará sendo muito querida pra mim e pra moh galera ao redor do mundo. Durante os anos 90 e o começo dos anos 2000, muitos filmes, séries de TV, livros e músicas 80tistas foram inspiração pra maioria da rapaziada. Nós (a tal geração Y; millennials; ou até a última safra dos bons lunáticos) crescemos tendo como parâmetro grandes enredos poéticos e entusiasmantes.
Era o final da época responsável por encorajar os românticos a acreditarem sempre na possibilidade de algo fantástico acontecer todos os dias. Éramos instigados a descobrir dimensões ainda inexploradas e a sonhar com aventuras épicas. As produções cinematográficas, literárias e musicais despertaram, na alma dos extraterrestres, seus talentos. Assim, acompanhando “nossas histórias sendo contadas através de outras histórias”, íamos recordando, aos poucos, nossa Identidade cósmica e nos elucidando sobre nossas missões de vida.
Stranger Things é uma produção bastante especial, porque resgatou a magia de outrora e a inseriu de volta na cultura pop com uma força que não era vista há anos. A criação dos irmãos Duffer fez a vibe dos bons lunáticos ser vista novamente e se destacar entre os diversos lixos culturais recentes. E isso foi excelente, pois deu um alívio imenso ver o que havia de mais legal na década de 80 ressurgindo nos dias atuais.
É por isso que, pros fãs, Stranger Things é um marco... a carismática e super bem-vinda compilação de referências aos inigualáveis clássicos do século passado. É relembrar o princípio, restaurar metas e prioridades, reaprender como encontrar um porto-seguro na realidade. A todos que cresceram tendo essas inspirações artísticas pro seu amadurecimento espiritual, Stranger Things será inesquecível, graças ao abraço carinhoso que deu nos devotos do extraordinário – os inimigos inconformados da normalidade tediosa mundana.
Novamente sou a minha própria FESTA, graças aos Deuses!
Pros Ciganos sempre existe motivo pra festejar, pois viver é o ato de produzir e espalhar alegria, amor e saúde.
A noite é bela e jovial! Ela nos ensina, através da sua Magia Atemporal, o valor das coisas e pessoas.
Ou seja, a noite nos instrui, com muito carisma, a enriquecer o propósito de cada brinde, purificar as risadas, enfeitiçar as danças e valorizar o mais importante: A FAMÍLIA... Os que foram, os que permanecem e os que virão.
Sextar não representa somente a cerimônia de encerramento da semana mundana.
Vênus, Deusa regente das sextas-feiras, nos ensina que Sextar é se entusiasmar pela BELEZA no UNIVERSO... É se dedicar a PAIXÃO, ao ROMANCE e a FRATERNIDADE.
Sextar é vestir uma linda roupa, esbanjar a fragrância do seu melhor perfume e colocar suas joias.
Ainda que seu rolê seja sozinho dentro de casa, o gostoso é se enfeitar pra você e não pra alguém, pois você merece se agradar!
Portanto, se faça feliz!
Abra uma, duas, três, garrafas de vinho (Salute!)... Peça uma pizza transbordando queijo e ponha na JBL a sua playlist preferida pra tocar.
Dance debaixo das Estrelas, pule e cante alto! Voe no infinito e sonhe os sonhos mais deslumbrantes!
Hoje eu tava na rua e vi uma pessoa parecida com você.
Pra variar enxerguei o seu rosto estampado em outro alguém.
Uma meiguice no olhar inconfundível e também um grito de socorro que quase ninguém escuta, ou poderia ajudar.
Triste sina, no geral. Sempre a mesma coisa. Incessantemente sempre a mesma exaustiva e cruel ilusão que me faz te sentir por perto, ainda que eu saiba consciente que você não está aqui.
Como diz a canção do The Cure, "não importa o quão longe, te amarei eternamente".
Mas será que, em nome das Estrelas que nutrem os desejos mais profundos dos poetas e dos navegantes da Jornada das Eras, só nos é permitido o amor à distância?
Não me conformo com essa ideia, nem quero pensar nela. O fantástico que corre em nossas veias, e faz do nosso sangue vermelho como um vinho envelhecido e saboroso – das brisas as melhores – não me deixa ser tão cético e genérico.
A insanidade entranhada na sociedade humana luta pra me levar.
A cada dia faço esforços dignos de uma história épica pra me manter íntegro e fiel ao meu coração e ao nosso mundo. Acreditarei em seus olhos até o fim, mesmo que o fim seja sem o seu companheirismo, pois os seus olhos são a única orientação e motivação que possuo.
Diante disso dá pra concluir que ver por aí gente parecida com você, da forma que comecei esse meu singelo devaneio, tem o seu lado bom e ruim.
É péssimo, porque é como tentar agarrar o vento... Sal na ferida...
É benção, porque põe mais alguns gravetos na fogueira de vida (Inapagável) que existe em mim.
A esperança é vaga. Já a convicção se sustenta em fatos e através deles se fortalece.
Que seja então um sinal Cósmico de um tão aguardado reencontro.
Outra daquelas fotos da aborrecência que me fazem pensar: como eu tinha coragem de sair na rua e ser visto assim em público, haha? Em 1999, essa caixinha aí apareceu no clipe "Coffee & TV" da banda Blur. Porém, se manteve famosa por mais uma década após seu surgimento.
Não lembro ao certo como começou a modinha, mas entre 2006 e 2007 rolava uma imagem pelas comunidades do orkut, que era esse milk aí da música, pra imprimir na sulfite e montar depois. A maioria dos juvenis tinham um desse e claro que fui atrás de ter o meu também, haha.
Assim que imprimi minha cópia e terminei de colar as partes do milk, corri tirar uma foto no espelho com minha antiga cybershot pra atualizar o álbum do orkut. Apaguei uma das fotos (o limite de postagem era 10 ou 15) e fiquei me sentindo descoladaço por ter uma selfie fazendo referência ao Blur, hahaha. Bons, saudosos e sombrios tempos! Hahahahahaha.
Parece que fomos todos colocados numa armadilha, tivemos parte das nossas memórias apagadas e fomos separados uns dos outros... Presos em rotinas que não nos pertencem e forçados a encarnar os dramas de outrem, simulando assim os dilemas sórdidos do inferno alheio.
Juntos somos invencíveis. Dependemos de ninguém pra ser e estar. Destruímos paradigmas. Somos mais interessantes do que a reles normalidade e isso nos torna o problema nos planos sujos de muitos magnatas Universo a fora.
Às vezes sou sim levado a crer que fomos vítimas de uma imensa e ramificada conspiração, como em Samurai Shodown (Jogo / Anime), onde Amakusa Tokisada – Bruxa opositora – embosca os Guerreiros Sagrados e conjura um feitiço maléfico pra separar as suas almas no tempo.
Às vezes me sinto como Haohmaru em sua caminhada solitária buscando respostas e reencontrar aqueles que, no seu coração, sempre soube que deveria reencontrar.
Quando a realidade vivida não convence, não inspira confiança, cremos que existe algo errado pairando na atmosfera, como uma falha, uma pedra no sapato que incomoda incessantemente.
Contudo, na mesma proporção do dano que identificamos, há o instinto mais puro que nos guia a um estranho norte, aonde devemos estar e rodeados de nossa família espiritual.
Os esforços dos inimigos se tornam irrelevantes.
Afinal de contas, o que é pra ser será. Ou melhor: Aquele a quem servimos... Aquele que nos rege... É maior e mais forte.
Um dia encontraremos a saída do labirinto onde estamos e derrotaremos o Minotauro que se desdobra pra nos manter nesse cativeiro gigantesco.
A fenda dimensional se abrirá e nos uniremos, de novo, em prol de terminar os negócios inacabados e iniciar as peregrinações da Nova Era.
Nós, Xandarianos do Cinturão de Órion, Daremos as mãos, nos libertaremos e nos expandiremos.
Ramsés II, o maior Faraó do Egito Antigo, perpetuou o seguinte ensinamento:
"Grandes almas, grandes conquistas".
Eu e os meus irmãos não somos seres acomodados na mediocridade mundana.
Estamos destinados ao fantástico e aguardamos nada menos que isso.
Eu não me importo de aguentar B.O., ou seja, faz parte do Universo lidar com problemas e dilemas variados.
E faz parte mesmo... Aceito, pois dói menos, caspita!
Mas existe um questionamento que não dá pra afastar do dia a dia: Cadê o outro lado da moeda pra dividir legal as coisas?
Isto é, 50% de chatice? Ok... Normal.
Porém e o 50% de euforia dahora, manja?
Os Alienígenas disfarçados aqui na Terra cada vez mais estão isolados uns dos outros e ESGOTADOS de patifaria.
Não convivemos entre nós. Sei lá o motivo Cósmico.
Quando acontece de estarmos juntos por um curto período (depois de muita luta e imploração, claro), a oposição dá as caras e tenta fazer do nosso momento gostoso um transtorno... Como se tivéssemos cometido um crime imperdoável.
☆
Ah, e antes que venham polemizar minha crônica, isso é indireta pra NINGUÉM! É somente uma forma de poetizar minha observação da realidade e distrair.
☆
A ETezada tem educação até em excesso, se finge de morto diversas vezes, proporciona mais do que recebe, ouve injúrias e afrontas tensas pra deixar todo mundo e feliz e pra quê? Qual a finalidade disso? Vale a pena? Vale p* nenhuma.
Gostaria muito de lançar um movimento que exaltasse e unisse os Extraterrestres nesse planeta. Tipo uma campanha com a mensagem: “Você não tá sozinho! Eu também não me encaixo nessa b0sta toda e tá tudo bem! Temos nossas próprias regras, famílias espirituais, desejos... Somos de outra dimensão! Vamos nos encontrar, porque nossa união será a força!”.
Somos gratos por tudo o que temos. Fato.
Mas tem bastante coisa que tá insuportável há anos. Não dá pra calar.
Quem é escravo do sistema, peça da Matrix, etc., endossa tal histeria... Afinal, é só o que essas pessoas conhecem.
É impossível viver em função de falhas de comunicação, pobreza espiritual, futilidades e banalidades, religião, política, lavagem cerebral de televisão, mimimi’s contemporâneos, etc.
Nós, os Aliens Incompreendidos, precisamos unir poderes e influências e, assim, mostrar que não vivemos à sombra de palhaço algum.