Stranger Things chegou ao seu fim! E essa série foi e continuará sendo muito querida pra mim e pra moh galera ao redor do mundo. Durante os anos 90 e o começo dos anos 2000, muitos filmes, séries de TV, livros e músicas 80tistas foram inspiração pra maioria da rapaziada. Nós (a tal geração Y; millennials; ou até a última safra dos bons lunáticos) crescemos tendo como parâmetro grandes enredos poéticos e entusiasmantes.
Era o final da época responsável por encorajar os românticos a acreditarem sempre na possibilidade de algo fantástico acontecer todos os dias. Éramos instigados a descobrir dimensões ainda inexploradas e a sonhar com aventuras épicas. As produções cinematográficas, literárias e musicais despertaram, na alma dos extraterrestres, seus talentos. Assim, acompanhando “nossas histórias sendo contadas através de outras histórias”, íamos recordando, aos poucos, nossa Identidade cósmica e nos elucidando sobre nossas missões de vida.
Stranger Things é uma produção bastante especial, porque resgatou a magia de outrora e a inseriu de volta na cultura pop com uma força que não era vista há anos. A criação dos irmãos Duffer fez a vibe dos bons lunáticos ser vista novamente e se destacar entre os diversos lixos culturais recentes. E isso foi excelente, pois deu um alívio imenso ver o que havia de mais legal na década de 80 ressurgindo nos dias atuais.
É por isso que, pros fãs, Stranger Things é um marco... a carismática e super bem-vinda compilação de referências aos inigualáveis clássicos do século passado. É relembrar o princípio, restaurar metas e prioridades, reaprender como encontrar um porto-seguro na realidade. A todos que cresceram tendo essas inspirações artísticas pro seu amadurecimento espiritual, Stranger Things será inesquecível, graças ao abraço carinhoso que deu nos devotos do extraordinário – os inimigos inconformados da normalidade tediosa mundana.


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