terça-feira, 6 de maio de 2025

• 25 anos de dedicação aos desenhos mediúnicos



 ✨ Essa é minha mãe e vocês acreditam que em maio de 2025 ela completa 25 anos de dedicação aos seus desenhos mediúnicos? ✨


São 25 anos de mensagens de amor, esperança e acolhimento…


Consolando corações, despertando consciências e inspirando conexões com a espiritualidade. 🌟


Assista ao vídeo e venha sentir com ela essa jornada tão especial! 💜









Dan M. DellaMorta

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• Ciências ocultas na prática.

• Filosofando sobre esquisitices variadas.


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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025

• As origens do carnaval



Você sabia que as origens do Carnaval não são brasileiras e nem cristãs? 🤔 E se eu te disser que têm raízes bem mais profundas, ligadas ao esoterismo e à magia antiga? 🌑✨ Ficou curioso? Então assista ao vídeo e descubra tudo sobre essa história secreta! 🎥🔍 Tenho certeza que você vai se surpreender! 😉


O que você acha? Comente aqui! 👇👇👇









Dan M. DellaMorta


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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2025

• O amor te encontra, seja lá como for



O seu meio pode estar repleto de sujeira e, aparentemente, de pessoas dessintonizadas de você. Mas, quando um coração está destinado ao amor e à alegria, nada consegue impedi-lo de encontrar aquilo que busca. Simplesmente, a bênção surge, independentemente de como, quando e onde. Acredite!











Dan M. DellaMorta


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terça-feira, 4 de fevereiro de 2025

• ThrowBack | O mar é plenitude e gratidão



A foto foi tirada no dia 11 de janeiro de 2024. A palavra que definia esse momento era PLENITUDE. Eu estava de férias e programei uma viagem com a família rumo a um dos litorais mais belos do Brasil: Ubatuba. Infelizmente, era alta temporada e pegamos bastante trânsito ao adentrar a cidade. Porém, nada tirou a minha alegria de estar no Reino Sagrado de Netuno e Iemanjá, meus padrinhos espirituais.


Aluguei a casa de veraneio do jeitinho que eu queria: aconchegante, preço justo, de frente pro mar e com uma piscina na medida certa pra trazer à tona a vibe praieira que estava buscando e tanto necessito no meu cotidiano. Assim que chegamos à casa, no topo de uma das montanhas da praia do Perequê-Mirim, fiquei emocionado e um sentimento de vitória emergiu dos confins da minha alma. Você não tem noção da GRATIDÃO que tomou conta do meu coração quando vesti os trajes de banho, preparei meu drink de campari e laranja, acendi um cigarro e pulei na piscina. Foi magia pura... já ouviu falar?


Nesse dia não havia ansiedade, crise de pânico e nem angústia presentes. Nenhum mal me alcançava, pois os Lordes do Mar me assistiam de perto. Sim... eu estava pleno, transbordando gratidão e feliz. É incrível como a água nos higieniza de dentro pra fora, nos acalma, nos abençoa e coloca as nossas cabeças nos seus devidos lugares. Quando vou à praia, me recordo de quem realmente sou, contrasto os diferentes mundos onde perambulo e confirmo aquilo que sempre soube: não é ao cinzento austero e anêmico de uma megalópole que me devoto, mas sim ao azul profundo e inspirador das vilas litorâneas. É o mar que me nutre.


Esse dia de plenitude e gratidão se tornou a referência daquilo que devo conquistar e prezar. Eu não sou um peão das zonas urbanas, as quais ficam a quilômetros de distância das praias... e nem almejo ser. Encarnei na Terra como poesia e minha missão é viver em rimas. Ouço o canto da sereia e a convocação pra reunião de cúpula. Em breve, graças aos meus esforços, transformarei essa memória tão querida em uma rotina consagrada e muito bem instalada. Todos temos nossos destinos e o Tridente dos Deuses dos Oceanos guia e protege o meu.











Dan M. DellaMorta


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quinta-feira, 23 de janeiro de 2025

• O culto aos espíritos Lares



Você sabia que o culto aos valores familiares não começou com os cristãos? No vídeo de hoje, te mostro um exemplo histórico que vai te surpreender! 🤔💭 Me conta aqui nos comentários: já conhecia essa informação? 👇👇











Dan M. DellaMorta

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• URGENTE: a Terra foi invadida por alienígenas!



 🚨 URGENTE: 


A Terra foi invadida por alienígenas! 🌍👽 Mas, de toda tragédia, há uma lição a ser aprendida. Curioso para saber mais? Assista ao vídeo e descubra o que aconteceu!











Dan M. DellaMorta

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quarta-feira, 6 de novembro de 2024

• Por que Jornalistas são importantes pras empresas?



Comunicar-se é um dom. Através da comunicação, transmitimos conhecimento, perpetuamos memórias e esclarecemos situações. Ela é tão importante que diversas culturas ao redor do globo possuem, desde tempos antigos, em seu panteão sagrado, Deuses que regem essa arte: no Egito, há Thoth; na Grécia, Hermes; em Roma, Mercúrio; na África Ocidental e na América do Sul, Exú etc.


Dentro da esfera da comunicação encontramos o jornalismo, que consiste no exercício contínuo da investigação, produção e disseminação de informações e notícias a respeito de fatos, acontecimentos, fenômenos ou assuntos de interesse público. O termo jornalismo vem do latim ‘diurnalis’ e significa ‘algo que ocorre de maneira regular’.


O ofício tem a missão de informar, educar, entreter e lapidar a opinião pública. Sendo assim, o jornalista é responsável pela coleta, checagem e análise de dados, prezando pela ética e garantindo que as pessoas tenham acesso a informações confiáveis e pertinentes.


A comunicação é tão relevante pra sociedade que é tida como o quarto poder do Estado, depois do Executivo, Legislativo e Judiciário, justamente por sua influência na opinião pública, fiscalização política e formação de consenso e debates. A comunicação tem o dever de promover no mundo a autonomia intelectual e a liberdade de expressão.


Atualmente, na era da ‘vasta informação na palma das mãos’ e das tecnologias em constante e ininterrupto aprimoramento, a atividade jornalística é imprescindível inclusive no âmbito corporativo. O advento do Marketing 4.0 (conceito desenvolvido por Philip Kotler em sua obra Marketing 4.0: Moving from Traditional to Digital, 2017) criou a necessidade crescente das empresas de proporcionar maior ênfase na integração digital e física, no empoderamento do consumidor, na experiência personalizada e na automação inteligente. O Marketing 4.0 privilegia a humanização das marcas, ou seja, oferece maior autenticidade, transparência e empatia com os consumidores, estabelecendo relações genuínas e confiança.


O jornalista, como profissional de comunicação e agente da transformação positiva da sociedade, dispõe das técnicas e ferramentas certas pra divulgar os valores de uma empresa de maneira fluida. Isso desencadeia grande impacto social e emocional nos consumidores, com responsabilidade, focando na originalidade das ações da marca.


Uma empresa que não se preocupa em manter na sua equipe jornalistas capacitados e experientes, desperdiça a mão de obra de um profissional que sabe determinar a melhor linguagem pra se comunicar com seus stakeholders. Não adianta ter excelentes produtos e serviços, se a instituição é incapaz de divulgar seus diferenciais e exclusividades de forma clara e atrativa, traduzindo termos técnicos etc. Tabelas e gráficos servem pra ocasiões muito específicas. Utilizar elementos complexos e exaustivos dificulta a expansão do alcance e do engajamento das empresas, seja no campo online ou off-line, fator que atrapalha a conversão em vendas.


O jornalismo, portanto, pode ser compreendido como um método dedicado a propiciar a comunicação. Isto é, o jornalista tem o dever de ser o intermediador entre mensagem e receptor. Quando uma marca tem algo de valioso, com enorme potencial de se sobressair no mercado, o jornalista é aquele profissional que transforma uma empresa em uma espécie de ‘instituição de ensino’, vendendo produtos e serviços e educando consumidores, ao invés de ‘controlá-los’. A comunicação é a chave do processo; o roteiro usado pra atingir o sucesso. Sem ela nada se sabe, nada se define e nada se concretiza. Afinal, quem não se comunica não é visto.





Dan M. DellaMorta

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quinta-feira, 31 de outubro de 2024

• As reais origens do Halloween 🎃🦇🧙🏻‍♂️✨️



Você conhece a real origem do Halloween? Não é somente Celta, hein? Assista ao vídeo que te conto mais sobre a data que é parte da Festa das Sombras. 


🎃🦇🧙🏻‍♂️✨️



Dan M. DellaMorta

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domingo, 27 de outubro de 2024

• Gestões péssimas são contra o home office



É comum nos depararmos com diversas pesquisas revelando que o modelo híbrido de trabalho (home office parcial) está cada vez mais presente no mercado mundial. A prática veio pra ficar, queiram os 'dinossauros do mercado' aceitar isso ou não. É uma tendência emergente e irreversível. Claro que médicos, por exemplo, não poderiam aderir a esse sistema de trabalho – isto é, devemos aplicar e compreender as exceções.


“Os resultados do estudo refletem uma realidade que também observamos no Brasil. As empresas que adotam o modelo híbrido por aqui estão colhendo benefícios claros em produtividade, economia de custos e retenção de talentos – fatores que fortalecem a confiança no crescimento em 2025. O otimismo apontado entre líderes dos EUA e do Reino Unido também se manifesta no mercado brasileiro, onde a flexibilidade no trabalho vem se consolidando como um diferencial estratégico para empresas que desejam crescer de forma sustentável”, afirma Tiago Alves, CEO Brasil do International Workplace Group (IWG).

(Fonte: https://inforchannel.com.br/2025/05/23/empresas-que-adotam-trabalho-hibrido-estao-mais-otimistas-sobre-crescimento-em-2025/?utm_source=chatgpt.com)


Em 2020, a pandemia forçou a barra pra que as pessoas aprendessem, na marra, aquilo que é trivial e o que é banalidade e futilidade. O terrorismo psíquico promovido na sociedade, em todas suas esferas, amedrontou, mostrando que os caprichos mundanos são nada comparados ao ‘estalar de dedos’ de 'sabe-se lá quem' e 'sabe-se lá onde'.


Porém, ainda assim, vemos organizações zombando do bem-estar dos trabalhadores e exigindo deles absurdos... incluindo suas almas. Parece que a humanidade suplica por repreensões desnecessárias, saca?


Uma empresa que não se preocupa em oferecer ao seu colaborador melhor qualidade de vida e flexibilidade de tempo, em plena era do burnout (provocado pela insanidade romantizada de gestores incompetentes), é, por lógica, uma empresa mal-intencionada que não merece crescer. Afinal, uma instituição que despreza a saúde física, mental e espiritual dos seus funcionários é patrocinadora ativa do caos no planeta e, portanto, boa coisa não pratica.


Infelizmente, o mercado de trabalho ainda abriga muita gente com pensamento retrógrado que não se atualizou. São homens e mulheres que se regozijam com o sofrimento alheio; seres narcisistas que sentem prazer através da ilusão de poder. É inconcebível que, na era do acesso instantâneo a informação e dos avanços tecnológicos contínuos e ininterruptos, haja tamanha falta de praticidade e bom senso de 'super profissionais', os quais se dizem esclarecidos.


O home office está aí pra adequar o trabalho à vida e não a vida ao trabalho. As pessoas produzem mais, são mais felizes e saudáveis, quando visualizam suas rotinas equilibradas e permanecem mais tempo próximas às suas famílias, por exemplo. Não adianta nada uma empresa se engajar publicamente em campanhas como ´Setembro Amarelo’, se é tudo fingimento... se, na realidade, o colaborador é visto e tratado como ‘gado criado pro abate’.


O tempo está passando e provando que, enquanto o ser humano não tiver empatia, a Terra estará fadada ao declínio. A vida não se resume a um diploma, a um cargo e a um status social. Basta, novamente, olharmos pros últimos 5 anos e avaliarmos a quantidade de ‘castelinhos de areia’ que foram varridos pelas águas do destino em um piscar de olhos.













Dan M. DellaMorta

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quarta-feira, 16 de outubro de 2024

• Sonhar é libertação!



Dias vêm e vão. Os anos passam e nada de relevante parece mudar pra melhor... Ao contrário, a sensação é de piora e distanciamento daquilo que realmente importa. Cada vez mais o sentimento de que estamos longe da concretização dos nossos sonhos aumenta.


Porém, diversas correntes espiritualistas reforçam a importância de nos mantermos fiéis às nossas buscas. Existem forças (terráqueas e de outras dimensões) comprometidas a aumentar a letargia em massa, visando escravizar o maior número de mentes possível.


As razões disso são muitas, mas uma das principais é drenar a vitalidade dos seres. A energia espiritual gerada quando exercemos nossas virtudes é capaz transformar sociedades inteiras. E os espíritos contestadores, cumpridores dos seus deveres atemporais, ameaçam o trabalho nefasto dos agentes do poço cósmico.


Várias pessoas sentem como se estivessem conscientes em uma espécie de coma. Contudo, mesmo que tenham medo de estarem aprisionadas em uma ilusão, sabem que estão despertas e enxergam as mazelas mundanas. É o cotidiano humano, repleto de banalidades, que lhes traz a percepção de que estão “reduzidas a limites que não lhes pertencem para caber em situações fúteis”.


Temos que nos esforçar pra abandonar essa ótica que nos foi imposta e cultivar a chama dos nossos sonhos sempre acesa e forte. Continuemos desejando, porque a insistência manifestará tudo. Contemple a realidade através dos seus olhos e não permita que pontos de vista intrusos te embaralhem o discernimento.


Sonhe! Sonhar é libertação. Sonhar é agradecer as bonanças que já estão vindo ao seu encontro.





Dan M. DellaMorta

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domingo, 6 de outubro de 2024

• Sentir-se solitário sozinho



Enquanto revia a primeira temporada de One Tree Hill, recebi um daqueles sinais que o Universo utiliza pra se comunicar com quem está atento a eles. Essa frase é de autoria do Tennessee Williams, dramaturgo norte-americano do século passado... e sua versão original, logicamente, é em inglês:


“𝙒𝙝𝙚𝙣 𝙨𝙤 𝙢𝙖𝙣𝙮 𝙖𝙧𝙚 𝙡𝙤𝙣𝙚𝙡𝙮 𝙖𝙨 𝙨𝙚𝙚𝙢 𝙩𝙤 𝙗𝙚 𝙡𝙤𝙣𝙚𝙡𝙮, 𝙞𝙩 𝙬𝙤𝙪𝙡𝙙 𝙗𝙚 𝙞𝙣𝙚𝙭𝙘𝙪𝙨𝙖𝙗𝙡𝙮 𝙨𝙚𝙡𝙛𝙞𝙨𝙝 𝙩𝙤 𝙗𝙚 𝙡𝙤𝙣𝙚𝙡𝙮 𝙖𝙡𝙤𝙣𝙚”.


Confesso que melhor desabafo ou reflexão pro momento não existe. Como venho dizendo nos últimos meses, domingo, segunda e terça são dias chatos e afrontosos. São os dias da semana que mais insultam os românticos, filhos da espontaneidade, pois debocham das lutas que travamos pra encontrar afeto genuíno e reciprocidade.


Aquele que ama não escolhe amar, apenas acontece. É uma condição e não uma opção. Ao longo da minha vida, mais vivi desencontros e encrencas do que situações bonitas ao lado de pessoas que me respeitassem. Há mais de 30 anos vago, peregrino, procuro, me permito ser procurado e só encontro uma coisa: o vazio.


Tem ocasiões que me sinto o vampiro Lestat (Queen of the Damned, 2002), quando ele diz: “chega uma hora, pra todo vampiro, em que a ideia da eternidade se torna temporariamente insuportável. Viver nas sombras e se alimentar no escuro, sem uma companhia, se tornam uma existência solitária e vazia. A imortalidade parece uma boa ideia até que você percebe que vai passá-la sozinho”.


Não sou um vampiro, haha. Mas consigo compreender na íntegra os dizeres do Hominis Nocturne. Ser diferente é fofo em mídia social pra ganhar like e seguidores, ou seja, nas aparências. Ser diferente na vida real e palpável, no mundão lá fora, é pra poucos, uma vez que temos (os solitários) que lidar com o desinteresse de 99,9% da galera que nos cerca.


O ponto é somente ter a honra de vislumbrar aqueles que escolhem sua companhia, enquanto você se mantém fiel a si mesmo como o ponto estático, resistente às tormentas, na tempestade caótica de mentiras e ilusões mundanas. O ponto é somente ter a dádiva de se reconhecer em alguém.







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Dan M. DellaMorta  🕵🏻‍♂️ Jornalista


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terça-feira, 10 de setembro de 2024

• Yearbook | Classe de 1984



Recordações do ano quando ganhei o prêmio “Revelação de Jornalismo Investigativo” da Gazeta Atenta por ter descoberto um antigo cemitério clandestino nos arredores do meu bairro, Vila Formosa, São Paulo, SP, Braaaazellll.


O cemitério datava do século XVIII e abrigava corp*s de diversos inimigos da monarquia colonial portuguesa. Inclusive era também “depósito” pra esconder ouro, joias, entre outros objetos valiosos, acumulados através de séculos de saqueamento lusitano em terras brasileñas.


Havia ruínas duma tumba soterrada no pé dum morro numa praça, cobertas pelas raízes de várias árvores, que pareciam ser de influência barroca.


Por incrível que pareça, encontrei artefatos arqueológicos interessantes: lanças do período clássico romano, algumas imagens de faraós da Era Ptolomaica do Egito Antigo. E o que lembro que me deixou mais boquiaberto foi ter achado ali uma cópia talhada em obsidiana do Livro de Anpu (Anúbis).


Foi um momento e tanto na minha vida. Memorável, porque depois do acontecimento, uma série de novas aventuras surgem uma mais louca do que a outra. Um divisor de águas tanto pra consolidar uma vocação, um trabalho, quanto pra confirmar o que sempre soube em relação a história contada nas escolas: tudo balela.


Algumas recordações servem pra, um dia, resgatarem em nós a inspiração capaz de concretizar grandes sonhos. Elas foram o “ponto de start”, a consagração do amor e a propagação da vibe e do encantamento.


Me lembrarei eternamente.


Quando você gosta mesmo de algo, seja lá o que for vai gostar bastante de ti.





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Texto por Dan M. DellaMorta

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segunda-feira, 9 de setembro de 2024

• Independência do Brasil: ainda nossa responsabilidade fazer acontecer!





Sábado, 7 de setembro, foi o Dia da Independência do Brasil. Estive fazendo um trabalho extracurricular na cidade de São Roque, interior de São Paulo, e pensei um bocado sobre a data e o presente da nação. Compartilho, abaixo, um pouco da minha reflexão.

 

Vivemos em uma sociedade cada vez mais conectada às tecnologias digitais. Somos bombardeados, a todo instante, por informações diversas vindas do mundo inteiro em alta velocidade. Quaisquer assuntos estão literalmente na palma das nossas mãos para serem desbravados.

 

Entretanto a ausência de critério para determinar o que é fato e o que é distorção da realidade se tornou uma discussão ampla e preocupante. Pior ainda, se analisarmos a maioria dos Profissionais de Comunicação das áreas de Marketing, Publicidade, Relações Públicas e Jornalismo, os quais tendem a se apegar a "modismo midiático", ao invés de exercerem seus ofícios e fazerem o básico: 


Ter responsabilidade social antes de disseminar histeria e inverdades, isto é, serem conduzidos por "forças maiores" e, às vezes, voluntariamente.

 

Sou Jornalista há mais de 10 anos. Ao longo do meu trajeto passei por muitas áreas do segmento e convivi com Comunicadores de personalidades e bagagens acadêmicas diferentes: desde o pessoal “old school” (aprendi bastante observando seus passos), os tão populares "revolucionários de condomínio" e outros poucos colegas sensatos e dedicados a pesquisas sóbrias de egocentrismo.

 

O atual momento do Brasil precisa da mão de obra de Comunicadores que sempre duvidem de “verdades inquestionáveis” e “contos de fadas manjados”. A premissa do Jornalismo, por exemplo, é o questionamento, a liberdade de expressão (irrevogável) e a transformação benéfica da sociedade através da comunicação.

 

Endossar "modismo midiático", como mencionei acima, alimenta e cultiva os piores problemas da nação. Não é época de nos encaixarmos em "padrõezinhos", pois somente faremos a diferença sendo diferentes. É inadmissível tentar apagar um incêndio jogando combustível no fogo, "capisci"? Creio que me diz claro.

 

Finalizo esse breve artigo deixando uma mensagem a alguns meus colegas Jornalistas: 


Lembrem-se que vocês, ao concluírem o curso de Jornalismo, se tornaram agentes do quarto poder. Portanto, ou vocês são condecorados pelo avanço desencadeado no planeta através dos seus trabalhos, ou são culpados por toda falha de comunicação proliferada, pelos becos do cotidiano, e os seus efeitos colaterais.


Te pergunto, colega, você tem mais motivos para se orgulhar ou para se envergonhar?

 

Ainda há tempo de mudar. Pense e repense.





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Texto por Dan M. DellaMorta

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• Cozinhar é o que dizem: um ato de amor

Rapaiiizzz, cozinhar, pra mim, transcendeu a esfera do passatempo. Já faz alguns anos que se tornou magia, espiritualidade, terapia.... viro...