Ouço dizer que cozinhar pra alguém é a alquimia do amor, ou seja, um gesto de carinho com aqueles que amamos. Há mais ou menos 6 anos, comecei a me dedicar livremente a repetir algumas receitas que aprendi com minha família (mãe, tias, nonna, etc.), entre outras que via circulando nos vídeos da tal internet, haha. Não sou nenhum chef de cozinha, errava e erro bastante e estou ciente disso. 😉✨️
Às vezes, vou confiante reproduzir um prato e entrego algo detestável, hahaha. Normal. Porém, já faz um tempo que tenho acertado, de forma poética, algumas preparações, principalmente as de origem italiana. Mano, sem brincadeira: tem hora que me supero; que faço coisa mais gostosa que muito restaurante 4 ou 5 estrelas dos app’s de delivery.
Nas fotos, você vê singelos registros do dia em que me aventurei a desenrolar minha própria versão de yakisoba. Assisti vídeos de páginas conceituadas na gastronomia asiática, somei dicas, as adaptando ao paladar da galera aqui de casa e voilà! Que delícia de prato... quanto sabor e cores.
Algo que sempre me fascina na culinária é como, primeiro, comemos com os olhos. Sabe qual é o fator que te faz salivar por uma comida? O contexto onde ela está inserida, acredite. O enredo de uma pizza, numa sexta-feira ou sábado à noite, junto da família e amigos queridos, celebrando a vida e degustando um bom vinho, torna tudo mais gostoso, saca? É sobre isso, meu chapa. Comer é se nutrir de experiências e conceitos virtuosos e inesquecíveis. Portanto, jamais subestime o poder e o valor de um rolezinho gastronômico, porque ele pode salvar sua vida.


