terça-feira, 10 de setembro de 2024

• Yearbook | Classe de 1984



Recordações do ano quando ganhei o prêmio “Revelação de Jornalismo Investigativo” da Gazeta Atenta por ter descoberto um antigo cemitério clandestino nos arredores do meu bairro, Vila Formosa, São Paulo, SP, Braaaazellll.


O cemitério datava do século XVIII e abrigava corp*s de diversos inimigos da monarquia colonial portuguesa. Inclusive era também “depósito” pra esconder ouro, joias, entre outros objetos valiosos, acumulados através de séculos de saqueamento lusitano em terras brasileñas.


Havia ruínas duma tumba soterrada no pé dum morro numa praça, cobertas pelas raízes de várias árvores, que pareciam ser de influência barroca.


Por incrível que pareça, encontrei artefatos arqueológicos interessantes: lanças do período clássico romano, algumas imagens de faraós da Era Ptolomaica do Egito Antigo. E o que lembro que me deixou mais boquiaberto foi ter achado ali uma cópia talhada em obsidiana do Livro de Anpu (Anúbis).


Foi um momento e tanto na minha vida. Memorável, porque depois do acontecimento, uma série de novas aventuras surgem uma mais louca do que a outra. Um divisor de águas tanto pra consolidar uma vocação, um trabalho, quanto pra confirmar o que sempre soube em relação a história contada nas escolas: tudo balela.


Algumas recordações servem pra, um dia, resgatarem em nós a inspiração capaz de concretizar grandes sonhos. Elas foram o “ponto de start”, a consagração do amor e a propagação da vibe e do encantamento.


Me lembrarei eternamente.


Quando você gosta mesmo de algo, seja lá o que for vai gostar bastante de ti.





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Texto por Dan M. DellaMorta

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segunda-feira, 9 de setembro de 2024

• Independência do Brasil: ainda nossa responsabilidade fazer acontecer!





Sábado, 7 de setembro, foi o Dia da Independência do Brasil. Estive fazendo um trabalho extracurricular na cidade de São Roque, interior de São Paulo, e pensei um bocado sobre a data e o presente da nação. Compartilho, abaixo, um pouco da minha reflexão.

 

Vivemos em uma sociedade cada vez mais conectada às tecnologias digitais. Somos bombardeados, a todo instante, por informações diversas vindas do mundo inteiro em alta velocidade. Quaisquer assuntos estão literalmente na palma das nossas mãos para serem desbravados.

 

Entretanto a ausência de critério para determinar o que é fato e o que é distorção da realidade se tornou uma discussão ampla e preocupante. Pior ainda, se analisarmos a maioria dos Profissionais de Comunicação das áreas de Marketing, Publicidade, Relações Públicas e Jornalismo, os quais tendem a se apegar a "modismo midiático", ao invés de exercerem seus ofícios e fazerem o básico: 


Ter responsabilidade social antes de disseminar histeria e inverdades, isto é, serem conduzidos por "forças maiores" e, às vezes, voluntariamente.

 

Sou Jornalista há mais de 10 anos. Ao longo do meu trajeto passei por muitas áreas do segmento e convivi com Comunicadores de personalidades e bagagens acadêmicas diferentes: desde o pessoal “old school” (aprendi bastante observando seus passos), os tão populares "revolucionários de condomínio" e outros poucos colegas sensatos e dedicados a pesquisas sóbrias de egocentrismo.

 

O atual momento do Brasil precisa da mão de obra de Comunicadores que sempre duvidem de “verdades inquestionáveis” e “contos de fadas manjados”. A premissa do Jornalismo, por exemplo, é o questionamento, a liberdade de expressão (irrevogável) e a transformação benéfica da sociedade através da comunicação.

 

Endossar "modismo midiático", como mencionei acima, alimenta e cultiva os piores problemas da nação. Não é época de nos encaixarmos em "padrõezinhos", pois somente faremos a diferença sendo diferentes. É inadmissível tentar apagar um incêndio jogando combustível no fogo, "capisci"? Creio que me diz claro.

 

Finalizo esse breve artigo deixando uma mensagem a alguns meus colegas Jornalistas: 


Lembrem-se que vocês, ao concluírem o curso de Jornalismo, se tornaram agentes do quarto poder. Portanto, ou vocês são condecorados pelo avanço desencadeado no planeta através dos seus trabalhos, ou são culpados por toda falha de comunicação proliferada, pelos becos do cotidiano, e os seus efeitos colaterais.


Te pergunto, colega, você tem mais motivos para se orgulhar ou para se envergonhar?

 

Ainda há tempo de mudar. Pense e repense.





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Texto por Dan M. DellaMorta

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• Gestões péssimas são contra o home office

Diversas pesquisas apontam que o home office (híbrido ou 100% remoto) está cada vez mais presente no mercado de trabalho. A prática veio pra...